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E ponto. E pronto. Pois é assim, é … que estou me sentindo. Sendo … uma indefinição que só. Misteriosa. Incompleta. A preencher. Ou talvez somente incompleta. Talvez um pedaço a menos. Talvez uma sensação que não vem. Ou que não volta. Talvez. … Continuar lendo

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O relacionamento ideal

Comecei a escrever o post e, então, lembrei que eu tenho um texto que expressa tudinho o que eu queria escrever aqui, só que de uma forma ainda melhor. Por isso, vou colocar o texto aqui. É como me sinto… desde quando o escrevi, em 2006, logo após terminar um namoro muito especial: Continuar lendo

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Porque é mais fácil amar alguém inacessível

Recentemente, conheci uma nova pessoa. Ela é bonita, ela sorri pra mim, ela gosta de conversar comigo, a gente se dá bem, apesar de nossos contatos serem muito pouco frequentes e geralmente curtos. É o tipo de pessoa que chama muito a atenção. Mas ela é inacessível. Primeiro porque nem sei se curte o mesmo que eu. Se curte, não sei se sabe disso. Segundo, não posso mesmo, por diversos motivos. Continuar lendo

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Pensando – parte final

É como se um lado meu acreditasse que, ao encontrar alguém especial, tudo isso vai voltar magicamente. E esse lado acredita mesmo. Acredita e coloca o nome disso no meu ex. Não, não vai voltar. Eu sei disso agora. Não faz diferença. Como somos capazes de nos iludir tanto assim, principalmente se sempre tivemos as respostas? Hein? Continuar lendo

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Pensando – parte 2

(este post é continuação direta do anterior)

Nunca que havia me apaixonado tanto por alguém. Com a perda, parecia que havia perdido minha própria identidade. Aos poucos, de diversas maneiras, tentei – ou assim me parece hoje – me apropriar da identidade dele. Dediquei-me à carreira de professor de idiomas e comecei a pensar seguí-la de forma definitiva. Comecei a criar vínculos com os amigos dele (que nem da minha cidade eram). Comecei a sair longe da minha cidade, com tais amigos. Sério… eu virei um pouquinho dele. Continuar lendo

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Pensando – parte 1

Assim como eu, você deve ter sentido, nestes posts mais recentes do blog, isto é, nos posts depois da volta do blog, que pareço ter perdido o chão, estar mais desmontado que em qualquer outra época. Sabe, retomei a terapia hoje, com a mesma terapeuta de antes, apesar da distância – o que seria da gente sem essa tecnologia toda, né? -, e ela me disse o mesmo: que sente, nos posts mais recentes que estou sem chão, que antes parecia haver uma linha, uma lógica… o que aconteceu? Continuar lendo

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Amar ou não amar

Ainda o amo. Muito. Ou seria isso um tipo de obsessão? Ou de fuga?
Todos os momentos em que disse que não existia mais sentimento por ele, que não o amava mais, que não o queria mais, em outros momentos, estes, de lucidez, todo esse papo me parece pura negação – sou eu tentando me convencer de que acabou e de que aceito isso. Mas não. Estou fazendo tudo errado. Continuar lendo

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