Só Eu

A construção deste texto foi proposta por minha terapeuta. Tentarei ser o mais específico possível, sem ainda me identificar neste blog. Será possível? ….Bom, a proposta era escrever um texto sobre mim, quem sou, não o que faço, mas tentar me descrever com um pouco da minha história e de coisas simples que podemos perceber no cotidiano.

Quem sou? Nasci em 1978, ano em que meu filme favorito foi lançado: Superman. Nasci em agosto, com o sol em Leão, ascendente em Capricórnio e lua em Áries. Nasci no interior de São Paulo, mas acho que preferia ter nascido em Hill Valley, California (a cidade de “De Volta para o Futuro”).

Durante os primeiros anos de vida, morei em várias cidades: interior de São Paulo, interior de Minas (mais de uma vez), interior do Rio de Janeiro, capital de São Paulo, até voltar para o interior de São Paulo de novo. Trago um pedacinho de cada uma dessas cidades.

De Minas, lembro de uma chuva de granizo e eu guardando uma pedrinha de gelo em um cinzeiro para mostrar a meu pai – e, então, minha surpresa quando a pedra sumiu e só deixou água no lugar. De São Paulo, lembro da minha primeira série no colégio. Lembro do apartamento em que morava, na região da Santa Cecília. Lembro da padaria que ficava na parte de baixo do meu prédio. Lembro de quando minha tia e uma amiga dela passaram alguns dias lá para fazer vestibular. Lembro de uma série de TV japonesa, Robô Gigante. E eu gostava de comer inhame por causa do nome de um dos personagens dessa série, que era quase igual. Lembro que eu amava morar lá, tanto que, tempos depois, fui mesmo para São Paulo.

Da época no Rio de Janeiro, lembro de muita coisa. Vou falar das melhores.  Gostava de andar de bicicleta pelas ruas do meu bairro. Gostava de brincar com um dos grandes amigos que tive nessa época. Gostava de brincar com meu irmão na praia. Gostava de ser escoteiro – ou lobinho, no caso, escoteiros só os mais velhos. Gostava de sair com o pessoal do escoteiro, embora eu nunca tivesse me enturmado muito com ninguém. Uma vez fui acampar com o pessoal e, em uma canção de acampamento, eu tinha de falar o nome de alguém. Falei algum nome que eu sabia que existia, mas nem sabia quem era a pessoa. Por sorte ela estava lá no meio dos meninos. O mesmo no colégio. Eu tinha um ou outro amigo, mas eram mais colegas de classe, eu passava parte do intervalo na minha, sozinho. Uma vez eu comecei a espalhar que tinha vindo de Krypton e tinha os poderes do Superman. Tinha kryptonita e tudo. Isso era na segunda ou terceira série. E eu realmente acreditava que meus colegas me levavam a sério, embora eu soubesse que eu estava mentindo. Vai ver, foi um jeito de chamar atenção. Deu certo, mas eu ficava querendo fingir que tinha vários dos poderes e isso dava trabalho. Aí, um dia, contei pra meu pai que o pessoal na escola me chamava de Superboy. Meu pai respondeu: “Claro, você dá motivos pra isso.” E de repente me senti culpado. E parei com isso.

Aliás, imaginar que eu era pessoas com super poderes ou outros talentos superhumanos era meu dia a dia quando pequeno. Eu tinha minha própria “novela de TV”, com capítulos diários. Era quase um ritual. Eu me afastava para começar a brincar. Eu fazia todos os personagens, imaginava movimentos de câmera (que estaria me filmando) e todo o pacote. Era uma brincadeira solitária. Até um dia eu chamar um amigo que me visitava para participar da novela. Algo do tipo “participação especial.”

Essa época no Rio de Janeiro também foi quando eu comecei a desenhar e escrever histórias em quadrinhos. Eu recontei a trilogia original de Star Wars e fiz toda a continuação. O mais interessante era onde eu desenhava: meu estúdio ficava em cima do guarda-roupa. Aliás, altura não era algo de que eu tivesse medo. Passava horas em cima do guarda-roupa desenhando, escalava a área da varanda que dava para o terraço do prédio, passava horas em cima do prédio brincando de Thundercats ou empinando pipa. Eu era extremamente ativo fisicamente. Por consequência, era extremamente magro também.

Parece que tudo isso mudou quando voltei a morar no interior de São Paulo. Eu odiava o colégio, onde passei parte das quarta e quinta séries sofrendo bullying de uns meninos da minha sala, a ponto de não querer mais ir para a escola. Depois que mudei de colégio, essa questão amenizou. Nunca fui de muitos amigos, mas tinha minhas companhias. Curiosamente, meus amigos mesmo sempre foram aqueles de infância, que moravam na mesma rua e cresceram comigo.

Na “minha cidade”, deixei as atividades físicas para ficar em casa, exagerar na comida que minha avó fazia, jogar videogame – muito videogame! Cheguei a organizar um clube de videogame que tinha sócios do Brasil inteiro e recebiam por correio um jornalzinho que eu mesmo fazia. Era legal, mas o compromisso me estressava, então resolvi fechar o clube. Eu estava na sétima série. Nessa época eu também comecei a querer trabalhar, queria ter meu próprio dinheiro. Fui fazer um curso profissionalizante de instalador elétrico. Foi uma experiência legal. Tive muita noção de eletrônica. Adorava. Porém, um dos principais motivos de eu fazer esse curso foi para conseguir dispensa nas aulas de educação física do colégio. Na prática, eu fugia dessas aulas sempre, em todas as séries, mesmo no, então, colegial. Foram raríssimas as vezes em que eu de fato cursei educação física. Eu tinha vergonha de jogar e errar. Nunca aprendi a jogar nenhum esporte, por conta disso.

O que eu mais gostava nessa época era ficar em casa, desenhar e contar minhas histórias, jogar videogame, andar (muito) de bicicleta, brincar com um grande amigo de infância que morava na mesma rua (lego, comandos em ação, etc), ir ao clube caminhar ou nadar e imaginar/fingir vidas ou situações muito diferentes – tipo viagens no tempo, superpoderes, histórias sobre um reino medieval fantástico, alienígenas e por aí vai.

Depois, à época do colégio técnico – colegial -, eu gostava de ver filmes, ler histórias em quadrinhos e andar de bicicleta. Como o colégio era integral e sempre tinha bastante tarefa, eu tinha pouco tempo livre. Mas gostava. De repente, no segundo ano, eu deixava de ser aquele carinha que vivia no mundo da lua, na dele, para virar representante da turma, amigo de todos os professores e da turma. Não que as pessoas fossem próximas a ponto de frequentar minha casa e tudo, mas eram bastante próximas no tempo em que passávamos no colégio. Acabou que comecei uma mudança geral: deixei o cabelo crescer, comecei a fazer academia, emagreci (muito!). Na boa, eu tinha 15-16 anos e nunca fui tão eu mesmo quanto nessa época. O que eu mais gostava era de sentir meu potencial, era de acreditar que eu poderia ser o que eu quisesse. Jovem, bonito, corpo definido, relativamente popular – do jeito nerd de ser, claro -, melhor aluno. Na boa? Às vezes eu acho que fico, insconscientemente, tentando voltar para essa época. Até já pensei que essa atração que sinto invariavelmente por pessoas mais novas, lá em seus 18, 19 anos, é meio que para eu chegar nessa época novamente. Ou não. Sei lá.

Isso até, no fim daquele ano, eu desmaiar por passar um dia inteiro sem comer. Sinceramente? Aquilo me aterrorizou. Não sei se foi o desespero de minha mãe – afinal, eu ‘só’ tinha desmaiado por hipoglicemia – e a culpa de eu estar fazendo algo errado. Não sei se foi por ser na igreja no meio da missa e eu ter passado anos imaginando a reação das pessoas e eu chamando a atenção por ter feito algo errado – eu havia escolhido não comer aquele dia, para compensar um exagero de pizza no dia anterior. Sei que aquele episódio me traumatizou feio, mas não de imediato. Demorou quase 1 ano para os efeitos aparecerem e eu quase fazer um caminho inverso daquele que fiz no segundo ano: me fechar, começar a ter medo de sair e estar em lugares fechados, medo de desmaiar de novo e passar vergonha e/ou ter minha mãe com aquela expressão de que eu iria morrer e que tinha feito algo muito errado. Claro que voltei a exagerar na comida, mas, mesmo engordando um pouco, mantive um peso bom. Parei de ir à academia.

Mesmo assim, passei um tempo me descobrindo. Me envolvi com o grupo de teatro da igreja. Subi muito nos palcos. Descobri que não tinha medo de público e que adorava aparecer, mas só não era tímido nos palcos, quando deixava vir um outro lado de mim mesmo. Escrevi muitos roteiros. Acabei virando diretor e líder do grupo. Virei uma referência na comunidade. Eu era e gostava de polêmica… e o padre adorava meus textos diretos e polêmicos, que falava a linguagem dos jovens que ele queria presentes ali na igreja.

O estranho é que não lembro muita coisa dessa época. Uma parte do tempo eu tinha medo de estar em lugares fechados, ficava perto das saídas, pois se passasse mal (e eu nunca passava), era só sair e pronto. Fiz terapia. E esse medo só passou depois que eu fui pra faculdade e voltei a me comportar como a pessoa que eu era no colegial. Porém, sempre existiu uma ameaça implícita, eu ainda tinha medo, mas já mandava mais nele do que ele em mim.

Na faculdade, eu gostava de tudo. Da turma. Da minha então namorada. Gostava da maneira como eu me relacionava com todo mundo, como eu ia atrás das oportunidade e as criava. Comecei a escrever e a publicar crônicas semanais em um jornal. Comecei a dar aulas. Eu gostava de ter meu próprio dinheiro. Gostava de ouvir música e comprava pelo menos um CD novo todo mês. Eu gostava de estar com meus amigos da faculdade. Gostava de sair às vezes nos fins de semana. Gostava de namorar. Gostava também da vida “paralela” que eu levava em casa, com outros amigos. E principalmente, gostava de um novo amigo que aparecia à época. Gostava de estar com ele, conversar, ler HQs, ver filmes, jogar tempo fora com ele. Demorou um ano até eu me tocar que eu gostava mesmo era dele. Demorou, mas foi simples. Terminei meu namoro que já andava meio mal e fui procurar um outro alguém, mas desta vez do mesmo sexo que eu. E achei. Alguém tão igual a mim, só que um pouco mais novo (uns 3 anos de diferença, nada demais, ele tinha 17 e, eu, 20).E a gente acabou namorando.

Nessa época, eu experimentei o que era gostar de alguém de verdade. Experimentei paixão, mas também decepção. Terminamos. E foi como se eu perdesse um pedaço da minha própria alma. Ele foi ótimo, até escrevi um livro contanto nossa história. Meu primeiro livro. Depois dele, desisti de um monte de coisas: parei de escrever, parei de ir à academia (que eu tinha voltado a frequentar depois que comecei a faculdade) e passei um ano “louco” procurando alguém. Nunca fiquei sozinho, estava sempre ficando com alguém, escolhia praticamente quem eu queria, mas não me apaixonava, não gostava de mais ninguém. Um ano doido e doído assim e decidi ficar quieto, na minha, escrevendo o livro e curando as feridas. Foi bom. Tanto que sarei e me apaixonei de novo, com quem fui namorar quase 3 anos.

Dessa época pós-facu, lembro dos novos desafios profissionais, lembro de gostar muito do que eu fazia. Gostava de estar aprendendo as milhares de coisas que eu aprendia à época. Mas meus grandes prazeres eram estar com meu namorado, sair de bicicleta, ir ao cinema, ir para a casa dos amigos do meu ex e ficar lá com o pessoal. Nunca fui próximo deles, eu era mais o estilo calado, que não se envolvia muito. Estava lá pelo meu ex, mas eu gostava de estar lá, de saber que existiam mais pessoas gays como eu e que viviam a vida numa boa, sem estereótipos, fazendo o que gostavam.

Depois disso, fui morar em São Paulo, onde fiquei 7 anos. Eu amava São Paulo. Gostava de andar na Paulista, de ir no Ibirapuera, de ir ao shopping com amigos, de sair com alguns dos amigos que fiz, gostava que eles viessem à minha casa, gostava de cozinhar para eles e ter companhia. Gostava também do trabalho e de me relacionar com as pessoas. Em São Paulo eu namorei, terminei, voltei à academia, voltei a ser super magro, adorava juntar pessoas para dar vida às minhas ideias: meus curtas-metragens e outros projetos. Sempre gostei muito de perceber que eu conseguia juntar pessoas. Eu também adorava criar encontros de amigos, em que cada amigo trazia outros, para que as pessoas se conhecessem. Era tipo um “clube dos solteiros”. Eu adorava perceber que podia convencer as pessoas a estarem juntas de outras pessoas que aparentemente não tinham nada em comum. Acabava saindo amizades novas disso, namoros, coisas assim.

Até que um dia, sei lá quando, isso tudo acabou. Comecei a ficar cada vez mais na minha. Perdi o controle do meu peso. Perdi o contato com um monte de gente. Ondas. Vão e vêm.

Não vou repetir aqui nada da minha história recente. Mas vou falar um pouco das coisas de que gosto, atualmente. Gosto de ir à praia e andar, molhando o pé nas ondas. Gosto de andar, descobrir lugares novos. Eu ainda gosto muito de bicicleta, mas preciso comprar uma. Eu gosto de sair. Eu gosto de ver pessoas. Eu gostaria de falar mais com elas, de ser mais eu mesmo perto delas. Gosto do meu namorado. Gosto de passar tempo com ele. Gosto de não ser sério e de não ter de parecer sério. Odeio precisar ser sério. Gosto de rir e de rir junto. Gosto de cozinhar. Gosto de ler e de ouvir músicas. Gosto de ler HQs do Superman. Gosto de salada de frutas com granola. Gosto de brincar no meu teclado, tocando as músicas que conheço, sem compromisso com estudar e ter de aprender coisas novas… mas, se aprendo, também gosto. Gosto de jogar videogame, mas só de vez em quando. Gosto de ir ao cinema, mas só para filmes especiais. Gosto de acreditar em um Deus e uma Deusa, mas sem pressão. Não gosto de nada feito com pressão, com correria. Gosto de fazer as coisas com antecedência. Odeio prazos. Odeio me preocupar. Mas muitas vezes me preocupo com tudo, sem querer. Odeio estresse. Odeio que qualquer um me diga o que fazer. Odeio muito receber qualquer tipo de ordem. Gosto de criar histórias. Gosto de ver o resultado final das coisas depois de muito trabalho. Gosto quando eu vejo o processo de produção (de qualquer coisa) como algo divertido. Odeio o processo cheio de to-do lists, prazos improváveis, interrupções. Odeio ser interrompido. Porém, no processo, gosto de me relacionar com as pessoas. Tá vendo? Nem sou bicho do mato. Eu gosto de São Paulo, mesmo sendo introvertido, porque lá tem muita gente, tem muvuca. Eu sou urbano. Gosto disso tudo. Nem preciso ser extrovertido, eu gosto é de estar no meio, de fazer parte, de não ser ignorado e ter um pouco de atenção também. E eu gosto de dar atenção, mesmo gostando ainda mais de falar de mim mesmo ou de minhas histórias. Gosto de elogios. Gosto de ser o melhor. Odeio gostar de ser o melhor. Odeio a pressão de ser o melhor que vem de mim mesmo. Odeio minha autocobrança. Nessas horas, eu ME odeio. E odeio a vida. Odeio a prisão em que parece que eu me joguei. Odeio, odeio, odeio quando não sei o que quero. Odeio me indefinir. Tenho medo da falta de controle. Gosto de estar no controle e sentir que a situação é minha. Gosto de quebrar regras, mas tenho medo disso. Gosto de experimentar, de tentar novas coisas. É divertido. Uma comida nova, uma atividade nova, um lugar novo. Adoro. Mas também gosto de acreditar que tudo isso é algo controlável, de certa maneira.

Parece meio contraditório. Sei lá. É que existe prazer quando não existe o controle, embora também haja uma grande quantia de medo. É… Odeio ter medo! Tem horas que pareço ter medo de tudo. Medo de falar alto e passar por inconveniente. Medo de parar com coisas que me incomodam e descobrir, no futuro, que era melhor ter continuado. Medo de tomar a decisão errada – embora eu conviva diariamente, até mesmo no trabalho, com milhares de decisões.

Acho que essa lista é ainda bem maior. Tanto das coisas que gosto, das que odeio e das de que tenho medo. Eu poderia dizer que adoro ficar de pijama até tarde, que gosto de ler e de escrever – sempre quando não existe compromisso, pressão e estresse. Poderia continuar por parágrafos e mais parágrafos: Gosto de pequenos prazeres, das coisas cotidianas, tipo do cheiro de café fresco coaco pela manhã, de torradas com queijo mineira fresco da fazenda, de suco de laranja passado na hora. Gosto de tecnologia. Gosto de Internet. Mas também odeio a Internet. Odeio ficar tempo demais online em sites como facebook ou tumblr. Parece que a vida vai embora e a gente ainda sai triste. Parece que esses lugares são um ninho de negatividade e energias bagunçadas que acabam fazendo mal. Mas eu fico muito tempo neles, acho que é vício mesmo, dependência de sensações ruins ou ilusões. Odeio essa certa sensação masoquista de gostar de um certo sentimento de solidão. Não gosto não, mas às vezes até parece que um lado ali meu gosta. Odeio essa sensação.

Eu gosto de restaurante, mas odeio fila e detesto esperar. Gosto de sol e céu limpo, mas não ao meio dia. Gosto de calor, mas só durante o dia e nas férias. Gosto de frio, mas nada exageradamente congelante. Gosto de chuva quando faz calor. Gosto do cheiro da chuva. Gosto de raios e trovões, são bonitos espetáculos. Gosto de cor e luz. Gosto da natureza. Gosto de coisas naturais e de coisas naturebas. Gosto de animais. Gosto de vida. Gosto da minha gata. Gosto de cachorros. Gosto de interação e de me divertir. Gosto do som do mensageiro dos ventos quando venta forte. Gosto de me molhar na chuva, parece que ajuda a deixar um lado mais criança sair. Gosto do meu lado mais criança. Gosto de Peter Pan. Gosto de Star Wars, de ficção científica e fantasia. Gosto de mitologia e histórias mitológicas. Gosto do mito do herói.

Por fim, para não alongar ainda mais – de longe, este é meu post mais longo -, gosto de simplicidade e conforto. Gosto de me sentir em casa onde quer que eu esteja. E me sentir em casa é poder ser eu mesmo. Gosto de mim do jeito que sou, não do jeito que finjo ser. Gosto de ser eu. Só eu. Assim.

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8 respostas para Só Eu

  1. Olá. Intenso este texto. Acho que mergulhar assim em si é a melhor coisa que um ser humano pode fazer. Porque a partir deste mergulho, que, à primeira vista, pode ser confundido com egoísmo, é que ele conhece o que tem de ruim, e trabalha; e reconhece o que tem de bom, o que potencializa. Tomar consciência do que estava oculto é um macanismo saudável da alma, então, quando o fazemos, sentimo-nos capazes de muitas coisas. É o melhor que se pode fazer! Daí, surgirão prodígios no futuro! Parabéns pelo texto e pelo processo!!!😀
    Abraço,
    Camila

  2. Carla Morais disse:

    OI, lembra de mim? Faz um tempinho que não nos falamos…. como vc não escrevia mais, demorei mais para entrar aqui. Como vc está? Ah, parabéns pelo seu aniversário atrasado, o meu foi em junho…. o dia mais esperado da minha vida. Bom, só passei aqui para saber de vc e deixar um grande abraço. Dê notícias! Amanhã vou deixar um texto novo no blog sobre as eleições e vc ainda não me falou se gostou do texto sobre o preconceito, é o de número 16. Ele também está no Facebook: Blog: Histórias de uma vida! Vida que pode ser minha ou sua. Só acesso uma vez por semana ou mais, por isso demoro para responder… mas respondo. Não some não! E me fale das novidades, vou adorar…. bjs e se cuida. Aguardo vc no Face ou por e-mail.

    • Strider disse:

      Oi, Carla! Muito tempo mesmo que não nos falamos. Faz tempo que não passava aqui no meu blog. Espero que esteja tudo bem por aí também.

  3. Pingback: O que fazer da vida? | My Own Private Path

  4. Mingo disse:

    Sobre esse texto é que digo:

    Adorei ! É muito intenso, até me identifiquei com ele em muitos pontos.
    Gosto da maneira como você se coloca pro mundo, como expõe seus sentimentos. Na verdade, somos todos um pouco disso tudo. Só não temos, todos, essa facilidade que você tem de colocar pra fora, como tá fazendo. Penso até ser um privilégio seu. Adorei seu Blog. Vou continuar visitando. Um grande abraço!

  5. Renan Bazon disse:

    Oi, acabei de conhecer seu blog por acaso e me identifiquei muito , mais muito mesmo com vc !! Nao sei se foi por causa de como minha vida tem ido , diga-se de passaegem que para lado nenhum , mas seus posts sao sempre muito bem falados , muito bem escritos ! Ate parece que estou lendo e vc falando na minha frente. Gosto muito do jeito como vc escreve , e do jeito que vc fala da sua vida, que nela ha muita simplicidade e muita coisa interessante. Tenho 19 anos e estou comecando minha vida digamos hahahaha !! Me sinto as vezes sozinho , as vezes incapaz de algo e as vezes me sinto soh sentindo … Estranho neh , mas eh assim comigo. Acho que ateh sou parecido com vc em jeito , mas tmb em carater e pensamento. Nao sei , ateh parece estraho eu falando isso , mas parece que te conheco faz tempo e que sei lah. Papo muito cabeca acho que tive agora hahahahaha.
    Enfim , queria deixar um Parabens pelo seu blog !! Espero que responda meu recado.
    A e ultima coisa, quando estava lendo que vc morou em Sao Paulo , e no bairro Santa Cecilia , eu moro praticamente do lado, moro no Higienopolis , eh tipo um pulinho hahahaha. Fiquei feliz por saber que vc morou perto daki hahaha.

    Um grande abraco.

    Renan Bazon

    • Strider disse:

      Ah, que legal saber que meus textos conseguiram entrar em sintonia com alguém. Isso é legal. Talvez, até, um sinal de que não estamos tão sozinhos assim neste mundo, né? =) Legal.

      Ah, verdade, morei, quando pequeno, na região da Santa Cecília. Hoje moro em São Paulo, na av. Paulista. Ainda assim é perto rs. Adoro esta cidade. ^^

      Abraços!

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