Alimentação Correta vs. Sociedade – Round 1 – Fight!

Na era do fast food, do excesso de frituras, dos restaurantes de quilo, das lojinhas de doce, dos enlatados, engarrafados, industrializados, das feiras de quarta dos hipermercados, dos agrotóxicos, conservantes e estabilizantes, como comer bem?

Parece clichê, teoria da conspiração, mas o fato é que existe uma guerra secreta entre as pessoas de bem que defendem a qualidade da alimentação e as grandes empresas em busca de lucro que pretendem empurrar qualquer lixo cancerígeno para a população.

Gente, isso me revolta! Alimentação incorreta é considerada um problema de saúde pública em diversos países, que insistem em lojas e franquias cada vez mais lucrativas e de alimentos cada vez menos saudáveis e de baixa qualidade, cheias de comerciais nas mídias, mas que são criticadas hipocritamente pela mesma sociedade que as tem em ato de adoração, religioso mesmo.

Todavia, estou me desviando do assunto principal deste blog. A questão aqui é que, nos últimos 2 ou 3 anos, entreguei-me a esse estilo de alimentação “padrão” de hoje em dia. Como só em restaurantes (e aí sempre se vê uma coxinha, um pastelzinho, uma comida mais gorda e se sente atraído), abro muitas excessões – por ansiedade mesmo, muitas vezes – em relação a doces e bobagens, na correria o McDonald’s é o restaurante mais perto da minha casa, e assim por diante.

Abro o segundo mês assumindo que um dos meus grandes desafios (o quarto mencionado aqui) é me alimentar de maneira correta. Que tipo de mudança é preciso acontecer? Que face sombria de mim mesmo preciso enfrentar para não me entregar a uma compulsão momentânea e encurtar minha vida (e saúde)?

31 dias já foram. Faltam 334

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Uma resposta para Alimentação Correta vs. Sociedade – Round 1 – Fight!

  1. Uau, neste assunto, também tenho algo a dizer! É muit difícil remar contra a maré, fazer algo na contramão do mundo. E ter essas noção da alimentação é fundamental. Veja, eu não sou daquelas típicas pessoas “do contra”. Já conheci adolescentes que usavam esta bandeira saudável para se auto-afirmar e isso não passou de uma fase, assim como conheço pessoas extremamente conscientes que o fazem por sabedoria. Eu, após muito sofrer com essa comida rápida, gostosa mas prejudicial, sem perceber me cansei e passei a rejeitá-la. Mas não há regras, não sou radical. É uma questão de conscientização. Então, quando eu venho defender a prática de uma alimentação saudável não é levantando uma bandeira e atacando as multinacionais. É simplesmente, de uma forma branda e pacífica, concordando com o que você disse sobre esse desrespeito às pessoas em busca do lucro e do bem que me fez comer melhor. Não quero converter niguém. Mas posso dar meu “testemunho”. Infelizmente precisamos parar de ir tanto “dançando conforme a música” e perceber que podemos sim estar sendo manipulados, e que a escolha é nossa. mas sem radicalismos. Eu como “tranqueira” de vez em quando, não consigo ser 100% natural. Mas o dia que fico sem meu peixe, minha fruta sinto falta e quero ansiosamente voltar ao que hoje eu chamo de normal.
    Abraço!

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